sexta-feira, 7 de maio de 2010

È um Sr. Deputado da nossa república, não se esqueçam!

Pois é meus senhores, o nosso ilustre Sr. Deputado Ricardo Rodrigues, em plena Assembleia da República, pois se não me engano reconheço a sala como sendo no edifício da AR, seguindo a coerência que lhe é devida, continuou a demonstrar-nos o seu enorme apreço pela democracia e o seu imperativo sentido democrático nesta entrevista que concordou conceder, do mesmo modo como o tem feito na comissão parlamentar.

No entanto, penso que devo vos descansar atempadamente face às imagens finais que vão ver. Não é nenhum carteirista ou ladrão profissional fisicamente muito parecido com o nosso ilustre deputado, como poderiam pensar pela rapidez e precisão dos movimentos de captura e ocultação dos rádios, algo que vulgarmente é o resultado de muito treino e prática no roubo. Nada disso estejam descansados. Não é nenhum ladrão a roubar, ou seja a tirar o que é de propriedade de outrem sem que o proprietário lhe tenha dado autorização. Não é, podem os senhores leitores ficar descansados, é apenas um dos nossos ilustríssimos deputados, na nossa ainda mais ilustre Assembleia da República, que por mero engano pegou nos rádios com tal à vontade por pensar que eram dele, apenas isso, um simples mal entendido e engano do qual naturalmente não haverá qualquer resultado criminal, já que isso sim seria um vexame completo e uma verdadeira injustiça, pois os nossos deputados são completamente honestos como atesta a nossa ainda mais honesta e ilustre justiça. Para a cadeia apenas os ladrões carteiristas, esses sim, nada de confundir roubo com actos impensados que apenas não passam de enganos.

Apenas quis alertar os meus caros colegas para a realidade das imagens, não fossem ficar revoltados com o nosso Sr. Deputado, o que seria completamente injusto dada a honestidade e moralidade imaculada do nosso deputado.


quarta-feira, 5 de maio de 2010

Euro, what a future?

Yesterday, the Nobel Prize-winner economist Joseph Stiglitz, on an interview to the BBC Radio 4, revealed he is “concerned” about the conditions of the agreement to the Greece rescue package and the future of the Euro.

Stiglitz alerts to the question of the fiscal austerity. With the plan of fiscal austerity, the reduction of the economic activity and the consequent contraction of the private consumption will lead to the decline of the tax incomes for the Greece State and this fiscal impact will aggravate the situation of public debt.

For Stinglitz this is just the first indication of the end of “euro” unless the European Union gets successful on resolving the institutional problems that are on the base of “euro” fragilities. On his understanding, the creation of a fiscal union is an imperative for the future existence of the “euro”, because this way the “euro” get supported on a strong fiscal policy and remove the capability of the market attack to the weakest euro countries, for the reason that their finances are part of the global Euro Zone.

And that is the old question that several economists and politicians discuss since the “euro” creation, the problem of the fiscal competitive advantage of the economic strong countries face to the weak ones when they are on a Eurosystem scenario. We can see this question on the reality of our everyday lives when we know that, unlike the great majority of the population, all the Portuguese, who live near the border with Spain, have the opportunity to choose if they want to go “next door” and, for example, buy fuel at 30 cents lower price than the Portuguese, because the tax rate on fuel there is inferior than the tax rate applied in Portugal, or make those consumes in Portugal and pay a lot more. If they choose to go shopping “next door” they are making a contribution to the Spanish growth and to the Portuguese debt and low economic growth. That is what we usually call the “fiscal advantage”. This means that countries with better Public Finances situation can have lower tax rates and that will be an attraction factor for investments and consumers. Also it will allow the companies of those countries to be more competitive compared to countries where the firms must pay higher taxes.

This situation creates an exit flux of money from the countries with the most fragile Public Finances to the ones with the strongest Public Finances, aggravating the gap between those countries. And this is one of the problems to Governments like the Portuguese Government in the Euro zone. Before, the “euro” Governments had the liberty of devalued the escudo exchange rate and with that compensating the differential of the internal prices face to the external ones. But in the Eurosystem it is no longer a possibility; States no longer have on their hands the monetary policies. But have no doubt, we have been more than compensated for that cost, and the interest rate is one of the most perfect example of that. If Portugal was out of the Euro Zone the actually Portuguese interest rate would be near the 15% or 20% year.

Other reason for defending the fiscal union is the imposition, from European levels, of the amount of taxes income that the Governments have to spend, because they no longer have the capability to increase the tax rates of their taxpayers. So, they would know approximately the budget they have to use and could not resort to the increasing of the tax rates “arm” to get more incomes; they only can get more incomes by having an economic growth. This way, they got to be more discipline with their budget policies and, consequently, with the State debts.

terça-feira, 4 de maio de 2010

A pressão pública parece que ainda faz “mossa”

Depois de pressionar para que fosse autorizado o pagamento das suas passagens para Paris, a nossa Sr.ª Deputada Inês Medeiros, vem hoje comunicar que abdica de tal apoio financeiro por não aceitar que este seja usado para fazer política de baixo nível, em lugar de como considera ser o respeito devido à forma de estar na política nacional. No entanto contínua a afirmar que legalmente tem direito a esse pagamento, ou seja, traduzindo por “miúdos”, entende-se das suas palavras que se não tivesse havido toda a polémica e contestação em redor da questão, achava por bem beneficiar de algo que só é legal dada uma lacuna legal existente por nunca se ter ponderado tal questão, independentemente que de um prisma moral, a pretensão da Sr.ª Deputada ser um abuso total.
Contudo, é justo relatar a comunicação da Sr.ª Deputada sobre a sua decisão de abdicar do pagamento das suas viagens a Paris, já que anteriormente foi exposta a sua aspiração e confirmação do reconhecimento da sua legitimidade em ver as ditas passagens suportadas pela AR.

“Quem fala assim não é gago”

Não são cenas e comportamentos que desejamos e esperamos ver num casa da República, mas temos de admitir que a realidade de falta de honestidade e moralidade da classe política que nos “des”governa, conduziu a uma posição que só assim para procurar moralizar uma casa que é de todos nós e não “deles.

Esta Sr.ª, é uma deputada do estado do Rio de Janeiro-Brasil.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Surpresa Surpresa

Ontem, depois de assistir à audiência do Paulo Penedos fiquei tentando adivinhar se hoje o Rui Pedro Soares iria mentir ou escudar-se na investigação criminal para fugir de algumas questões mais incómodas. Contudo, estava longe de pensar que iria usar a carta de “livre da prisão”, como arguido no processo criminal, para não responder a qualquer questão da comissão parlamentar. Algo que legalmente suponho que seja nulo de fundamentação, visto serem instâncias da república independentes e com objectivos diferentes. O que têm de comum é que em ambos os casos, num tribunal e numa comissão parlamentar, mentir constitui crime punível à luz da legislação. A grande diferença entre estas duas instâncias é que enquanto o interrogatório, em processo da investigação do ministério público, é privado e protegido pelo segredo de justiça, a inquirição feita pela comissão parlamentar é pública e, assim sendo, politicamente devastadora em caso de revelações mais “calientes”. Por esse motivo é óbvio que alguém tão próximo do Secretário Geral do PS e a quem deve os lugares profissionais que desempenhou, algo que apenas conseguiu pelas suas lealdades e subserviências ao Sócrates e não por qualquer mérito ou capacidade profissional, aliás, todos os comentários abonatórios são que é uma pessoa humilde, discreta, etc. e nunca vi um único comentário sobre a sua genial competência profissional que sustente a escalada meteórica ao topo da maior empresa portuguesa, por isso, alguém assim tão devedor ao Sócrates, nunca irá trair a única pessoa que pode continuar a salvar-lhe as “costas”, mesmo que tenha de cair agora em sacrifício pelo “boss”, já que a memória dos portugueses é curta e o seu nível de informação mínimo, pelo que em um par de anos, se mantiver a lealdade, vai estar de novo discretamente no top de alguma nomeação bem choruda.

Tudo pelo luxo Parisiense

A Senhora Deputada Inês Medeiros, eleita nas listas do Partido Socialista, pelo círculo eleitoral de Lisboa, com registo de residência eleitoral em Lisboa “residência de família”, teve aprovada pelo Presidente da Assembleia da República, o Sr. Jaime Gama, a sua pretensão de ver custeadas pela assembleia da República as suas viagens semanais a casa, ou seja Paris, em primeira Classe (claro pois uma deputada que se preze não pode viajar de forma economia para poupar os contribuintes).

Calma! Calma meus colegas leitores, coitada da senhora, então como é chique viver em Paris e não neste fim da Europa em falência. È indecente pedir à Senhora Deputada para abdicar do seu estilo de vida artístico e de deixar de criar a sua família numa cultura que não a portuguesa. Ela tem o direito de nos ver como um povo de escravos com o dever de lhe sustentar o estilo de vida parisiense, já que tem um passaporte português e gastou tanto tempo a bajular os “chefões” do partido socialista com apoios a campanhas eleitorais. Publicamente todos sabiam que a senhora deputada vivia em Paris e, se quem a elegeu, pensou que viria viver em Portugal para exercer o mandado para o qual se candidatava, é problema de cada um, já que ela não disse que iria abdicar do luxo de Paris pela pobreza de Lisboa.

Agora o melhor ainda seria, e caso a senhora deputada não tenha pensado nisso já agora aproveite, como a senhora reside em Paris e não em Lisboa, pague os seus impostos em França e não em Portugal. Os portugueses são mesmo um país de escravos ao seu dispor, então qual o problema de entregar aos cofres franceses os impostos de salários ganhos às nossas custas aqui em Portugal.

Aquele Sr. Gama merece é ser condenado por roubo à república e aos cofres de Estado e que lhe seja retirado, do seu património pessoal, o dinheiro que nos está a roubar com esta decisão que perante o juízo público dos portugueses nada mais é que roubo, independentemente do que seja à luz das leis feitas por corruptos e para corruptos.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Novo Ano

Feliz ano novo cheio de Justiça, sucessos económicos e acima de tudo decisões políticas responsáveis para Portugal, a restante Europa e para o Planeta.

A happy new year full of justice, economical success and above all responsible political decisions for Portugal, the rest of Europe and the Planet.

Laimīgu Jauno gadu pilnīgu tiesiskuma, ekonomisko panākumu un pirmām kārtām atbild politiskiem lēmumiem Portugālei, pārējā Eiropa un Planēta.